sábado, 30 de outubro de 2010

we don´t need another hero











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We don´t need another hero!
Lembra daquela canção de Tina Turner?
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Será?
Será que podemos viver sem heróis?
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Toda hora ouço gente falar do melhor cirurgião, da melhor designer de dessous, do melhor colégio, do hospital mais bem equipado, do político mais honesto, do melhor restaurante groenlandês, do melhor estilista, do melhor produtor de vinho espumante etc.
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Por que será que temos essa mania insana de nos ludibriar, de nos entupir com essas autosugestões?
- Faz bem para o ego -, dizem entendidos.
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O problema é que essa babaquice tipo curso primário não para por aí!
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A coisa fica realmente complicada quando inventam moda, entrevistando essas celebridades mais ou menos efêmeras, fazendo com que jogadores de futebol, nulidades do axé, ex-BBB e top models respondam perguntas sobre qualquer assunto.
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Não basta ser o melhor jogador de futebol do mundo, é preciso saber opinar sobre política, sobre fados cantados por Fafá de Belém, sobre os quesitos de história do próximo ENEM.
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Isso não é justo nem para a celebridade, muito menos para nós que assistimos a esse espetáculo.
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Fechando esse assunto, quero dizer que nós soteropolitanos temos o melhor prefeito de todos os tempos e de todos os municípios do Brasil.
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Reinhard Lackinger
o maior mentiroso do planeta

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Frankenstein rides again
















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Não só a França nos dias de hoje parece estar com dificuldades.
Toda Europa, para falar sem rodeios e num português um tanto chulo, toda Europa está "no cu da cobra".
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Não falo de reflexos da crise financeira de 2008 e sim de uma avalacha de vantagens, que os governos empurram com a barriga há décadas.
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Nos anos 60, com o "milagre econômico" tomando conta da Europa Central, os sindicatos conseguiram enormes avanços sociais... e os governos viram nisso uma belíssima oportunidade de sair bem na foto. Tipo assim, dando 10% de aumento para os aposentados, decimoterceiro para quem recebe bolsa família e aumentando o salário família para R$600,00
Essa não foi uma boa comparação... Na verdade, uma péssima piada... mas não pude evitá-la! hehehe
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O fato é que na Europa Central se criou um novo monstro de Frankenstein!
Um Zé Ninguém mais ou menos alfabetizado e ocasionalmente desempregado, com um poder de compra extraordinário e para lá de invejável!
Você conhece esse tipo.
É o turista que vem à Bahia comer as putinhas e para ser comido pelos garotos de programa.
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De repente esse monstrinho paparicado pelo governo e criado com vó vê o papai... ou melhor, a "mamãe estado" se transformando em madrasta... e a idade de se aposentar aumentar de 60 para 62 anos...
Só para você saber, o cara trabalha por semana umas 35 horas maomeno,.. isto é 10 horas a menos que trabalhador brasileiro.
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Qual saída do monstrinho de Frankenstein modelo 2010?
Ele faz greve! Ele provoca quebraquebra nas ruas de Paris.
Berlim, Viena, Roma etc. já estão botando as barbas de molho.
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Será que basta cortar o certo exagero acumulado nas vantagens sociais dos que se encontram na base da pirâmide?
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Como está o clima no topo da sociedade?
Que sociedade? Já não há solidariedade aparente ligando os pobres com os mais ricos.
Os ricos estão cagando para os mais pobres, mandam os filhinhos para colégios caros na Suiça, conversam com eles num inglês maomeno artificial e se escondem em suas mansões, em seus clubes, falando mal da plebe ignara e do enorme peso do custo social, enquanto ganham cada bonus gordo e irreal dos bancos onde trabalham e sonegam impostos, com seus nomes gravados em CDs vendidos para o fisco alemão e austriaco, com dados obtidos ilegalmente em bancos suiços...
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Ainda bem que no Brasil não há nada disso!
Por aqui não há nenhum monstro de Frankenstein!
O trabalhador continua modesto e o rico se empenha cada vez mais em diminuir a distância que o separa do pobre.
Às vezes há apenas um murozinho de menos de 8 metros de altura entre a casa do rico e a habitação maomeno improvisada do pobre!
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Como você vê, não compreendo nada de sociologia... e de economia entendo apenas o que tem a ver com o preço da batata, da cebola, da carne, das salsichas, da cerveja, do vinho...
Coisa de taverneiro!
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abraços gastro-etílicos
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Reinhard Lackinger

Era uma vez na Áustria
















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... ou melhor, na Hungria, em tempos do império do Danúbio..., a apenas duas léguas de beiço a sudeste de Viena!
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Naquela época havia um barão e dono de terras muito rico, chamado Imre Hidekuti, residindo em sua casa na localidade de Hodmeszövasahelyutasipuszta.
Enquanto os outros fazendeiros ricaços contabilizavam sua riqueza em quantidade de ovelhas, o barão Imre Hidekuti tinha tantos e gigantescos rebanhos, que se limitava a contar o número de pastores...
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Todo dia pela manhã bem cedinho, o barão saía de casa, usando roupas limpinhas e botas impecavelmente engraxados. Quem cuidava das roupas e das botas, era o fiel servo chamado Ferenz Lakatos.
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O barão, depois de tomar café com pães queijo cigano, presunto, ovos quentes e letscho, ia montando no cavalo para voltar depois de percorrer sítios de sua propriedade, lá pelo no início da noite, com as botinas todas enlameadas.
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Num certo dia pela manhã, o barão achava suas roupas amarrotadas e as botas com a lama do dia anterior.
Questionando o servo, querendo saber o porquê desse desleixo, Ferenz Lakatos explicou ao patrão o seguinte:
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- Para que limpar o pano das roupas e engraxar o couro das botas todos os dias, se no fim da jornada estará tudo sujo de novo? -
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- Está certo! -, disse o barão, pos as roupas sujas e calçou as botas enlameados e foi embora, levando a chave da dispensa consigo.
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- Mas patrão -, disse Ferenz Lakatos, o servo. - Se o senhor levar a chave da dispensa, como eu vou comer? -
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- Você quer comer para que, se no fim do dia vai estar novamente com fome?
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Moral da história: Para que pagar IPTU para uma administração municipal, que nos apresenta permanentemente uma cidade suja e sem ordem?
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Mylada Barackpalinka dos Santos

Depoimento de Haroldinho Sá


Para as pessoas da minha geração, que vivenciaram os anos duros da ditadura civil/militar, participaram das passeatas estudantis contra o regime, tomando porrada e inalando gás lacrimogêneo da polícia;
que eram vigiados nos seus colégios por agentes infiltrados passando-se por colegas;
que foram jubilados dos seus colégios e universidades ou demitidos dos seus empregos por participação em movimentos políticos defendendo o Estado de Direito e a Democracia;
que eram obrigados a comparecer uma vez por mês na Polícia Federal onde eram submetidos a um pequeno interrogatório que lhes dava o direito de renovar a “Carteira de Censura” (documento criado pela ditadura para que músicos e demais artistas pudessem trabalhar);
que tiveram suas obras censuradas de maneira ridícula e que antes da estréia de qualquer espetáculo, seja um show de música ou uma peça de teatro até mesmo infantil, tinham que fazer uma apresentação de todo o trabalho para meia dúzia de censores que, após o término dessa apresentação “particular”, autorizavam a sua exibição, muitas vezes impondo ressalvas;
que foram torturados ou perderam as suas vidas e/ou de seus familiares;
que saíram às ruas nas campanhas das “Diretas Já”, para resgatar o direito de escolher o nosso Presidente, direito esse cassado durante 25 anos;
que arriscaram os seus empregos, defendendo as nossas Estatais da roubalheira das privatizações, deixando de receber salário e férias, determinado pelo TST num julgamento político e cúmplice;
que mais recentemente saíram às ruas enfrentado mais uma vez a Polícia Militar, essa do então Governador da Bahia Paulo Souto, para pedir “Fora ACM”, depois que este foi flagrado violando o Painel de Votação do Senado e teve que renunciar covardemente para não ser cassado.
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Para essas pessoas, repito, é fácil entender o momento histórico pelo qual estamos passando hoje e quais os seus possíveis desdobramentos e os riscos que estamos correndo.
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Difícil para alguns jovens e outros não tão jovens, que “chegaram” e encontraram “tudo pronto”, não se interessaram em conhecer a história recente do seu País e não tiveram incentivos dos pais que, por razões “particulares”, não vivenciaram, muito menos ajudaram a construir essa história.
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Interpretar esse momento histórico pelo qual estamos passando é exigir demais daqueles que conheceram a Disney antes de conhecerem o interior seco e miserável do Ceará, onde adultos e crianças nos anos oitenta morriam na beira da estrada pedindo água aos motoristas que passavam, de conhecerem a beleza natural da Chapada Diamantina ou a dos Guimarães, de conhecerem o sertão da Bahia pessoalmente (pobre e riquíssimo em história) tampouco no Livro de Euclides da Cunha que nunca leram.
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É quase impossível para essas pessoas entenderem o significado da palavra retrocesso.
Elas, que tiveram oportunidade de estudar no Exterior e nada aprenderam sobe o seu País; que vão à Miami todo mês comprar enxoval ou fazer supermercado;
que não sabem quem foi Hélio Oiticica ou Glauber Rocha, Vladimir Herzog ou Carlos Lamarca; que não leram e/ou nunca ouviram falar do livro “Brasil Nunca Mais”;
que não sabem o significado real da palavra DEMOCRACIA;
que não sabem que não sabem, porque não lhes interessa saber, comem quantas vezes quiserem por dia, têm e sempre tiveram ajudas financeiras dos pais e avós, não precisam se preocupar, se o salário mínimo vai dar para alimentar a sua família (sabem o valor porque pagam, não porque recebem) e porque, seja quem for o próximo Presidente, pensam que a sua vida jamais será abalada, pois “todos são ladrões” e o seu automóvel é blindado”.

sábado, 23 de outubro de 2010

data nacional da Áustria


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No dia 26 de outubro, austríacos de todo mundo comemoram "o dia da bandeira", a data nacional da Áustria.
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Na vérpera do dia 26 de outubro de 1955, o último soldado de ocupação havia deixado solo austríaco. Isso, depois de 10 anos de inervenção aliada.
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Para se livrar dos invasores e da intervenção dos que ganharam a segunda grande guerra, a Áustria negociou um tratado de paz, tornando-se NEUTRA, o que não significa que a Áustria tenha resolvido ficar em cima do muro, ou melhor, em cima do arame farpado da cortina de ferro!
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A Áustria se tornou um hábil e equilibrado intermediador entre o leste e o oeste, com a capital Viena sediando todo tipo de eventos da política internacional e até da OPEP.
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O Bistrô PortoSol, que em tamanho ainda é menor do que o território que ocupa a terra natal de Mozart, de Dona Leopoldina, mãe do Primo Pedro II e do taverneiro Reinhard na atualidade,
continua um reduto austríaco firme e forte e gostoso no Porto da Barra de Salvador, Bahia.
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repassando...


Virou moda agora repassar textos, vídeos e o skambau!
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Aí o cara acha alguma coisa na Web, na internet e resolve compartilhar com amigos e até com pessoas não tão amigas assim.
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Chegou a hora do doutrinador, do missionário cibernético!
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"Você não pode deixar de ver isso", dizem. Mais nada.
Aí você abre o e-mail e percebe que já viu aquela mesma coisa há semanas, senão há um ano.
Com os textos é quase a mesma coisa.
Será que aqueles comentários, aquele escrito batem 100% com o que a pessoa, pensa que lhe repassou o texto?
Será que o "repassador" concorda com cada vírgula e ipsis litteris com o texto que repassa?
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Além de aprender a ler nas entrelinhas, estou aprendendo a ler a mente dos remetentes de e-mails repassados.
Eu só não! Todos nós, você e eu, suponho!
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Enquanto uma onda de ternura invade o meu coração ao perceber - através de e-mails repassados na minha caixa de correios - enquanto fico feliz em saber que Fulano e Beltrana pensam da mesma forma que eu,
fico chateado com quem me manda babaquice... só para usar um termo pintado em cores suaves...
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O "repassado" de repente se transformou numa radiografia da cuca de quem mandou o e-mail, com o remetente aprarecendo diante da gente sem roupa, sem maquiagem.
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A bem da verdade, há aqueles, cuja astúcia lhes faz enfatizar que estão apenas repassando...
Com isso chamam atenção especial para o fato de que não estão obrigatoriamente concordando com tudo que o e-mail repassado contém.
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Quem me repassa merda sem essa ressalva, corre sério perigo de eu pensar que na cabeça dele/dela há cocô igualmente fétido.
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De qualquer modo estou festejando da melhor maneira possível a transformação econômica e intelectual de nossa sociedade...apesar de me considerar uma das maiores vítimas dessa onda.. que nesse caso não é nenhuma marolinha e sim um tsunami dos brabos!
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De um lado sofro com a demanda reprimida dos que nunca antes na história desta nação tiveram cocô no cú para cagar, tendo que aguentar a bagunça, a gritaria, bem diante de nosso Bistrô PortoSol... e a sujeira de quem de repente virou consumidor, do outro lado me chateio com a cabecinha oca de quem vê o seu status quo de burguês sendo ameaçado, reunindo e amealhando o que tem de pior em pensamentos facistas e o repassa...
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Creio que um dia, aquela figura, aquele ex-miserável, neste momento mágico que o Brasil vive, deixará de comprar porcarias, para se tornar um consumidor consciente, equilibrado e cidadão produtivo.
Pena que eu não leve a mesma fé nos que me repassam e-mails preconceituosos, tentando desesperadamente manter o status quo de quem há 500 anos se locupletou, deitou, rolou e chafurdou nos mais diversos privilégios.
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e tenho dito
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Reinhard Lackinger
que prefere dizer logo que pensa a repassar os textos dos outros hehehe

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Natureza Morta, Barra Moribunda!
















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Essas imagens dispensam qualquer comentário!